Bio: Descobri muito tarde, já depois dos 30, que o vinho é a prova mais original que a língua tem dação da vida; e desde então, tornei-me um curioso degustador dos tintos na maioria; espumantes quando a ocasião permite; e em pequena escala, os roses, brancos e verdes. Eu me defino como um degustador sem muita importância, que está aprendendo a apurar o paladar para reconhecer, pelo menos, os vinhos mais simples; aqueles que minha humildade permite adquirir. Com uma média de 60 garrafas/ano, estou vivendo a epopeia de descobrir em qual parte do planeta há os melhores líquidos; e na minha coleção pessoal, uma viagem começando pelo Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Estados Unidos, África do Sul, Grécia, Espanha, Portugal, Itália, França, Inglaterra, Nova Zelândia e Austrália, já me credencia, pelo menos, a me rotular como um degustador iniciante.
Costumo dizer que abrir uma garrafa de vinho é um estado de espírito; um bom papo, uma boa comida, uma boa música ou um bom sentimento, tudo isso chama um bom vinho!
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